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NOTA DE REPÚDIO À PUBLICAÇÃO DO JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO

NOTA DE REPÚDIO À PUBLICAÇÃO DO JORNAL "O ESTADO DE SÃO PAULO"

NOTA DE REPÚDIO À PUBLICAÇÃO DO JORNAL "O ESTADO D O jornal “O Estado de São Paulo”, edição de 18/03/2017 publicou matéria sob o lastimável título “Novo Chefe da PM diz que Carandiru ‘foi necessário’”. Lamentavelmente, o título e a matéria nesse contexto não reproduzem com fidelidade a fala do Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel Nivaldo Restivo, que assumiu o cargo em 17/03/2017 e, em respeito aos jornalistas presentes e à transparência de suas ações, atendeu a imprensa em coletiva na mesma oportunidade. Ao ser perguntado, o Comandante respondeu que não teve participação ou responsabilidade no episódio, pois não comandava efetivo policial-militar em atuação operacional e, como tenente à época dos fatos, era responsável apenas pelo suprimento de logística, tendo o caso já sido resolvido na Justiça no tocante à denúncia que envolveu o seu nome.  Sobre sua opinião, sem entrar em detalhes sobre o episódio em respeito ao trâmite do processo na Justiça, disse que a ação, no campo da intervenção policial, foi “necessária e legítima”, isso em razão da chamada da PM diante de quebra da ordem, e a expressão foi distorcida no próprio título que registrou indevidamente: “Carandiru foi necessário”. Sob esse deprimente e reprovável título, ainda, a matéria destacou as mortes dos presos que ocorreram no episódio de 1992, induzindo o leitor ao equívoco na interpretação de que o Comandante as aprovaria ou as defenderia. Ao contrário, o Coronel PM Nivaldo Restivo destacou já em seu discurso de posse, e também durante a coletiva, o compromisso da Polícia Militar com a preservação da vida, como uma missão perene, o que inclui vítimas, infratores da lei e o próprio policial militar. Além disso, ao responder todas as outras perguntas formuladas, apresentou suas propostas e estratégias para o enfrentamento da criminalidade, para a manutenção dos índices criminais sobre controle, a exemplo do índice de homicídios de São Paulo que é, de longe, hoje o mais baixo do Brasil.  A matéria, tendenciosamente, não trouxe todas informações que interessam ao leitor e, ao contrário, procurou induzi-lo à falsa interpretação sobre uma única questão entre as várias respondidas.   Como não poderia ser diferente, independente das reprováveis distorções de matérias jornalísticas, a Polícia Militar do Estado de São Paulo, Instituição com 185 anos de história de proteção ao cidadão, prossegue honrando o seu compromisso de proteger a sociedade. Para tanto, seus integrantes cumprem um juramento sério de doar a própria vida, se necessário for, para a segurança de quem sequer o conhece enquanto indivíduo, mas que o reconhece de imediato nas horas de aflição, pelo uniforme cinza-bandeirante protetor.   #podeconfiarpmesp COMUNICAÇÃO SOCIAL PMESP Facebook Twitter