Desde antes de sua criação, o 17º GRUPAMENTO
DE BOMBEIROS tem como fundamento para a estruturação do SERVIÇO DE GUARDA-VIDAS
no Litoral Paulista uma base científica e real: a ESTATÍSTICA.
A estatística foi a base principal de
argumentação para a criação do 17º GB (na época 3º GBS): contestar as
406 mortes por afogamento ocorridas no ano de 1985 nos municípios de
Guarujá, Santos (incluindo Bertioga), São Vicente, Praia Grande, Mongaguá,
Itanhaém, Peruíbe e Cubatão era impossível, e as autoridades renderam-se
ao forte argumento dos números.
E a partir disto nasceu a preocupação
no CORPO DE BOMBEIROS do Estado de São Paulo com o problema do afogamento,
que é uma questão mista: é de segurança pública, mas também é de saúde
pública.
Desde então a Estatística vem se prestando
para comprovar a necessidade da existência do SERVIÇO DE GUARDA-VIDAS
e a sua eficiência.
Todos os atendimentos prestados pelos
Guarda-Vidas são registrados e tabulados. E os registros vão desde ocorrências
típicas de bombeiros, como incêndios e salvamentos, até as mais inusitadas,
como desencalhe de baleia ou tratamento de uma ave marinha.