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   O 3º Grupamento de Busca e Salvamento foi o responsável pela formação de 9 (nove) turmas em Escolas de Formação de Soldados, desenvolvidas na própria Unidade, sendo 2 no ano de 1989, 1 em 1990, 1 em 1991, 1 em 1992 e 2 em 1993, 1 em 1996 e 1 em 1998, tendo formado no período um efetivo total de 759 Bombeiros Guarda-Vidas.


FOTO: Curso de Formação de Soldados PM (3º GBS) - Turma 1993

    O 17º GRUPAMENTO DE BOMBEIROS atualmente é comandado pelo Tenente Coronel PM JEFFERSON JOSÉ MACIEL VILELA.

    Hoje, tem o efetivo fixado de 693 homens.

    Embora seja uma Unidade relativamente nova, também possui seus heróis, que levaram o lema da Unidade, “Pela Preservação da Vida a Qualquer Custo”, ao extremo, sacrificando suas próprias vidas para o salvamento de outras:

Soldado PM RE 771345-2 REGINALDO JOSÉ ANDRADE SOUZA

Soldado PM RE 890570-3 AMARILDO ANGELO DE LIMA

Soldado PM RE 861661-2 RALPH VICENTE GOMES

Soldado PM RE 914774-8 MARCELO CALDAS DE OLIVEIRA

    Efetivamente, o 3º Grupamento de Busca e Salvamento é a Unidade do Corpo de Bombeiros responsável, fundamentalmente, pela proteção de vidas humanas em toda a extensão do Litoral Paulista.

   


FOTO: Praia do Gonzaguinha - São Vicente - SP

Apresenta-se a seguir um quadro onde, resumidamente, verifica-se a quantidade de praias e sua extensão por municípios, área de atuação do 17º Grupamento de Bombeiros:

MUNICÍPIO.....NÚMERO DE PRAIAS.....EXTENSÃO TOTAL (m)

UBATUBA................... 78.......................... 57.150
CARAGUATATUBA......16.......................... 26.930
ILHABELA...................34..........................15.880
SÃO SEBASTIÃO.........40..........................25.090
BERTIOGA.....................7..........................40.500
GUARUJÁ....................22..........................18.400
SANTOS........................6............................6.100
SÃO VICENTE................4............................4.900
PRAIA GRANDE..........10...........................24.500
MONGAGUÁ..................6...........................12.000
ITANHAÉM..................11..........................20.000
PERUÍBE......................18..........................35.560
IGUAPE.........................6...........................19.500
ILHA COMPRIDA...........1...........................60.000
CANANÉIA...................11..........................25.950

TOTAL GERAL.............270.......................392.460

 Fonte: PLANO GAIVOTA/GUIA DE PRAIAS (4 RODAS)

    Para atuar nesta extensão de praias, a Unidade está dividida operacionalmente em 4 Subgrupamentos de Busca e Salvamento, sendo que o 4º Subgrupamento é o responsável em apoiar o serviço de Guarda-Vidas por mar, através de suas embarcações.

    Desde sua criação, em 27 de dezembro de 1985, e até mesmo antes, uma vez que o serviço de salvamento em praias era realizado pela Unidade-mãe, o 6º Grupamento de Incêndio, sempre houve a preocupação primeira com a prevenção, feita anteriormente de modo empírico e desordenado. Atualmente a prevenção é feita com embasamento científico, através de levantamentos estatísticos realizados pela Divisão de Operações da Unidade, e o levantamento de alguns “pontos negros”, onde o índice de acidentes fatais é maior ou a conformidade geográfica (existência de ilhas, costeiras etc.) é desvantajosa para o banhista.

    Não é verdadeiro se afirmar que o grande fluxo de freqüentadores em uma praia é fator determinante para rotulá-la  como perigosa, embora também seja levado em consideração o seu fluxo.


    Desde 1985, ano de criação da Unidade, a Divisão de Operações mantém uma coleta de dados diretamente junto aos Institutos Médico-Legais dos municípios que compõem o Litoral Paulista, para que possa se aproximar o máximo possível da realidade no número de acidentes fatais ocorridos por afogamento, para que conheça efetivamente cada caso de afogamento nas praias, e não só aqueles atendidos pelos Guarda-Vidas.

A eficiência do serviço do Guarda-Vidas é medida pelo número de afogamentos, dentro de um contexto de evolução histórica, município a município, praia a praia, e não pelo número de salvamentos.

Considera-se que salvamento só ocorre onde a prevenção falha.

 
           
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